domingo, 15 de maio de 2016

DESEJO

Antes que eu me vá deste plano
E o mundo acabe pra mim,
Queria ter nesta vida
Um alguém muito especial.
Um amor que fosse assim
Como uma flor milagrosa,
Crescendo e desabrochando...
Poderia ser qual rosa,
Que tem cores de matizes,
Cujo aroma é além do mar
E nunca seja cortada
Nem mesmo emurchecida
Pela mão do homem mau
Que sempre a torna
Menos bela e atrativa.
Um amor que me propiciasse
Eterna alegria sem par
E cá dentro do meu peito
Se unisse à felicidade
Que ali tornou-se seu leito
Dos prazeres que todo dia
Fez pra si mesmo, seu pleito.

                     Sônia Lúcia

     A autora todos os direitos reservados.


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sexta-feira, 13 de maio de 2016

SOB A DIVINA PROTEÇÃO

  
Da borboleta ao passarinho,


Do leão ao cordeirinho,

Do ignorante ao inteligente

e assim com toda gente,

Deus guia e protege sempre
,
Dá o arrego a quem precisa

Com toda a sua bondade

Porque Ele até pode saber

De todas estrelas dos Céu,

Todos os peixes a nadar,

Todos os grãos de areia,

Todas as folhas verdejantes,

Todos os pássaros a revoar,

Todas as ondas do mar.

Ele nos dá a vida, o saber,

E assim todos os pensamentos

que existem no mundo dos homens

com o auxílio da Mãe-Natureza

que como sua filha em ação

é nossa Mãe do coração!

                                        Sônia Lúcia

                                 Todos o direitos à autora.



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ROSA: MINHA DOCE INSPIRAÇÃO


Versemos nossa gratidão
Para com o Criador
Que deve ser sempre
Infinitamente grandiosa.
Não só por nossa existência,
Mas por tudo que nos permite ter
                            agraciadamente por seu amor
                                    glorioso e paternal.

Sou-lhe grata pela vida
Pelas  inspirações poéticas
Que faz-me voar
Nas asas da imaginação
E sob o dom da arte,
Absorvo sentimentos românticos
E espalho-os para o encantado
Mundo da poesia.

Dentre os amores preferidos
Que me incentivam,
Sinto-me envolvida
Pela Natureza e
fortemente enlevada
Por meu amor à Rosa
Que como, rainha das flores
Exalto-a no simbólico

Canteiro do meu coração.

                                                                                  Sônia Lúcia

                      A autora todos os direitos reservados

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terça-feira, 10 de maio de 2016

"AMOR PROIBIDO"

"Não me ame, não mereço ser amado,
Nada tenho – só tristeza e solidão,
Com essa dor – já estou acostumado,
Não se iluda, minha vida é a escuridão.
Meu calvário está prestes a findar,
Eu pressinto – essa dor já tem um fim,
A angustia nos meus olhos podem ver,
Minha vida já não mais pertence a mim.
Eu te amo, mas não posso te amar,
Eu te quero, mas não posso te querer,
O que faço que nem vida, já não tenho,
Meu amor, eu não quero ver sofrer.
Você sabe o quanto te desejo,
No meu sonho teu sorriso é uma prece,
Me envolvo com caricias e teus beijos,
Quando acordo o coração é que padece."
Autor: Alvimar / O Poeta Mineiro.

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sábado, 7 de maio de 2016

MINHAS HOMENAGENS ÀS MÂES

Imagens pesq. no GOOGLE p/  

                                                                                                     SÔNIA LÚCIA

"AMA TUA MÁE"

Laercio Bastos publicou essa homenagem textual às MÃES!

Ama a tua MÃE enquanto a tens
E enquanto o teu sorriso é o seu deslumbramento
Porque nunca acharás quem te ame tanto
Assim, quem tanto sinta o teu tormento
Que nunca a deixes ao esquecimento
Lembra-te sempre na existência o quanto
Ela chora contigo este teu pranto
E sofre muito mais o teu sofrimento.
Ama-a que um dia sentirás, por certo
A ausência dela e de saudades mudo
Sofrerás na aflição deste deserto...
E chamarás em vão, na estrada agreste
A que te deu seu sangue, a vida, tudo
Em troca dos trabalhos que lhe destes.

Autor (por mim, Laercio,) desconhecido

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quinta-feira, 5 de maio de 2016

"SONHO VAGO"

"Um sonho alado que nasceu um instante
                    Erguido ao alto em horas de demência...
                    Gotas de água que tombam em cadência
                    Na minha alma tristíssima, distante...
                    Onde está ele, o desejado? O infame?
             O que há de vir e amar-me em doida ardência?
             O das horas de mágoa e penitência?
             O príncipe encantado? O eleito? O amante?
             E neste sonho eu já nem sei quem sou...
                    O brando marulhar  dum longo beijo
                    Que não chegou a dar-se e que passou...
                    Um fogo fátuo rútilo, talvez...
                    E eu ando a procurar-te e já te vejo!
                    E tu já me encontraste e não me vês!"

                                                   Florbela Espanca

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